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AS NOTÍCIAS INICIAIS

COM NOSSOS COMENTÁRIOS EM VERMELHO

 


04/10/2009

PORTUGAL, QUE FUTURO?

PORTUGAL, UM PAÍS À DERIVA E APARENTEMENTE GOVERNADO POR INCOMPETENTES.

Recentemente, foi afastada da Informação da TVI, a jornalista Manuela Moura Guedes. As explicações dadas pela empresa, uma tal PRISA (ao que parece, assim se chama)...e não só, não convencem ninguém idóneo e minimamente inteligente. Esta foi uma decisão hipócrita, cobarde, ridícula, estúpida e sobretudo ilegal. E, a confirmar-se que tenha vindo de Madrid, foi uma indecente ingerência nos assuntos internos de outro país. Trata-se pois, de uma cilada armada por facciosos, muito provavelmente conotados com o Governo Socialista, que (ainda provavelmente) quererão abafar eventuais verdades e fazer calar a TVI, para que nunca se conheça a verdade. Esperemos que as pessoas de bem e honestas, não deixem cair nos esquecidos este caso.

O que foi feito, isso sim, foi o afastamento de uma jornalista que começava a ser incómoda demais para esse tal Sócrates (e não só), por provavelmente relatar verdades e desmascarar eventuais casos de corrupção. Ou alguém sem preconceitos ideológicos, ousa pôr em causa a polícia inglesa, ou tudo o que foi relatado pela Dra. Manuela Moura Guedes, aquando das notícias por ela divulgadas?

A questão é tão somente esta: é ou não é culpado o Sr. Sócrates do que o acusam? Há ou não suspeitas de ter recebido "luvas", no caso Freeport? Porque a havê-las, a Justiça terá de se pronunciar e sem sofrer qualquer coacção que pudesse emanar por exemplo, dos meandros governamentais. E, se se concluir que há matéria-crime para se avançar para julgamento, que se avance. Que este senhor Sócrates seja traduzido em justiça! Afinal de contas, ele não é mais do que qualquer outro cidadão nacional. Ele é Primeiro Ministro e a haver corrupção, nada lhe confere imunidade. Nada mais e ponto final! E no que concerne a justiça, esta deverá e terá de ser igual para todos. Ou será necessário fazer apelo à Justiça estrangeira? Aqui, a balança terá de ter o fiel bem afinadinho e a venda nos olhos muito bem colocada, para que não queira o Diabo, apareça uma mãozinha sorrateiramente a retirá-la. No entanto, não deixa de ser estranho...muito estranho mesmo, que já tenham sido constituídos vários arguidos neste tal caso do Freeport, ao que consta, praticamente aqueles sobre quem recaía suspeitas e que o Sr. Sócrates ainda o não tenha sido, pese o facto de haver tantas acusações e com provas (segundo consta!) contra ele. Mas afinal, o que é que se passa? Há ou não há isenção de influências de altas esferas?

Caramba, já começamos a ficar fartos! É outro caso enguiçado de "pedofilia". Nem o pai morre, nem a gente almoça! Parece que têm todos medo uns dos outros e em certas instituições soberanas e não só, até dão a ideia de se comportarem como os nazis. Aniquilam-se uns aos outros. Parece absolutamente proibido que alguém levante uma voz, sem levar uma traulitada na cabeça, para em seguida ser abafado e marginalizado.

Resta-nos uma satisfação: a liberdade de pensamento (não de expressão!). Sei o que eu e milhões de Portugueses pensam, mas não digo nada, porque senão seria de imediato inculpado de difamação e constituido arguido, que é a palavra-mania que prima estes últimos tempos em Portugal. Todos à bulha! São modas...!

Constituem todos, uma banda de desavergonhados e facciosos...esses indivíduos de quem estou a pensar. Uma banda de "rigolos" governamentais. É um gozo, só de pensar no idiota do "Jamais".

Esperemos que nestas próximas eleições, saibamos votar conscientemente, para que se acabe de uma vez por todas, com este clima de mal-estar, de insegurança, de suspeição, de tráfico (e...tráfego) de influências e sobretudo de corrupção.

UM PAÍS NESTAS CONDIÇÕES, NÃO AVANÇA.

Para mais esclarecimentos, remeto-vos para o Dr. Alberto João Jardim, que ainda é dos raros políticos em Portugal, que tem a coragem de falar abertamente e cujas palavras, sempre subscrevo na íntegra, relativamente aos importantes assuntos nacionais, contrastando com os medricas e hipócritas, que mastigam as palavras e põem-se com rodeios, muitas vezes para agradar a gregos e a troianos. Questão de despersonalização!

 


 

31/7/2009

Arquivada denúncia contra o inacreditável

Vitória da justiça ante a intolerância e mentira

Como já esperado pela equipe do inacreditavel.com.br – mas não tão cedo! – já em 2006 o site fora denunciado junto ao Ministério Público Federal por apresentar suposto conteúdo racista. Como o assunto é de interesse geral, pois muitos se sentem constrangidos e pensam que estão agindo fora da lei quando discordam da versão oficial do suposto Holocausto judeu, relatamos a seguir em detalhes as diversas fases, desde a incauta denúncia até a manifestação do Ministério Público e decisão do juiz.


 

A Denúncia


 

A denúncia originária de Belo Horizonte-MG, foi feita via Web pelo cidadão Leandro Teles Rocha, conforme indica mensagem eletrônica recebida pela Procuradoria da República. Porém, não havendo “lesão a bens, direitos ou interesses da União”, a denúncia foi encaminhada ao Ministério Público Estadual de Minas Gerais.


 


 

Ministério Público entra em ação


 

Uma vez que o domínio inacreditavel.com.br encontra-se registrado sob o CNPJ de uma empresa no Estado de São Paulo, a 11 de outubro de 2007 a denúncia chega ao Ministério Público paulista, às mão do promotor Felipe Eduardo Levit Zilberman.


 

Seria interessante avaliar neste caso qual foi o critério utilizado pelo promotor público para que uma denúncia realizada pela internet, talvez por alguém que até mesmo nem exista, fosse considerada relevante e procedente diante das mazelas sociais do país, pois ocupa horas e empenho de diversos servidores públicos, os quais certamente estariam fazendo melhor uso do dinheiro público combatendo a violência, a corrupção, o crime organizado e a sonegação fiscal.


 


 

Ainda em outubro de 2007, a Divisão de Investigações Gerais (DIG) da Polícia Civil paulistana instaura então inquérito policial para apurar a denúncia. Como a 4ª Delegacia somente possuía atribuição no município de São Paulo, a 20 de fevereiro de 2008 o delegado titular sugere “a remessa do presente expediente para a Delegacia de Polícia de Campinas-SP, para continuidade das investigações”.


 


 

A Intimação


 

Finalmente, o 3º Distrito Policial de Campinas recebe os autos do inquérito e intima o responsável pelo domínio inacreditavel.com.br, o engenheiro Marcelo Franchi, a prestar esclarecimentos. A 27 de maio de 2009, o engenheiro declara que


 

“morou por cinco anos na Alemanha onde teve contato com diversas questões polêmicas relativas a esse período histórico, por ter notado que muitas delas não chegavam ao conhecimento do grande público teve interesse no ano de 2006 de criar o site www.inacreditavel.com.br com o intuito de possibilitar o debate de aspectos históricos controvertidos que jamais permitiu a publicação de textos, ou arquivos que incitassem a violência, que promovessem a discriminação gratuita de qualquer ser humano ou que propiciassem a prática de qualquer tipo de conduta delitiva”.


 


 

Arquivamento


 

Uma vez concluída a fase policial, o Ministério Público emitiu seu parecer onde solicita o arquivamento da denúncia e não vê absolutamente qualquer indício de antissemitismo, discriminação ou preconceito racial contra quem quer que seja. Uma louvável decisão que mostra a isenção ainda existente em nosso poder judiciário, frente à influência cada vez maior de sinistros grupos de interesse, onde certas minorias, se julgando eleitas, pensam poder atropelar a comunidade do povo.


 







 

Este é nosso segundo caso conhecido, onde uma denúncia contra aqueles que questionam este episódio da história denominado Holocausto judeu, foi rechaçada de forma indiscutível por aqueles que representam o interesse público. Em abril deste ano, o Procurador da República Pedro Paulo Reinaldin promoveu o arquivamento da denúncia contra uma comunidade do site de relacionamento Orkut, denominada Holocausto: Verdades e Mitos.


 

Agora que a denúncia foi arquivada, o engenheiro Marcelo Franchi anunciou que vai consultar seus advogados e estudar as possibilidades de processar por danos morais o sr. Leandro Teles Rocha. Ao invés de procurar o diálogo, expondo seus pontos de vista e, desta forma, interagindo para chegar ao consenso e enriquecimento espiritual, o denunciante preferiu procurar o poder público, que de forma definitiva se posicionou pela absoluta improcedência da denúncia. O site inacreditavel.com.br está registrado em território nacional, “dá a cara a tapa” e não teme expor e discutir a verdade histórica. Vale, mais uma vez, a recomendação para que leiam o nosso “aviso ao navegantes” e saibam “quem somos”.


16/05/2009

 

Facebook censura grupos anti-holocausto

 

O Facebook cedeu às pressões e desativou duas contas de grupos que negavam que o Holocausto aconteceu.

 

 

Segundo a CNet, o Facebook confirmou ter desativado duas das cincos contas de grupos que negam que o Holocausto é um fato histórico.

 

Barry Schnitt, porta-voz do Facebook, esclareceu que “dois dos grupos foram desativadas, mas os outros três mantêm-se ativos”. Schnitt acrescenta que “estamos a vigiar estes grupos, e se a discussão entre os seus membros se degradar ao ponto de promover o ódio ou a violência, iremos desativá-los”.

 

Todavia, há quem argumente que os grupos deveriam ser desativados imediatamente, porque continuam a defender idéias no mínimo controversas. Um dos exemplos das teses defendidas é a frase “os Judeus usam o holocausto para fazer vingar os seus objetivos de matar inocentes (e não é verdade isto?). Israel é o holocausto dos dias de hoje”. Esta frase foi publicada na véspera do Dia da Mãe.

 

 

Percebe-se “liberdade de expressão” não é para todos!!!

 


 

14/05/2009

 

Cumprimento da Lei — Itália

 

Imigração clandestina punida em Itália

 

 

A Câmara dos Deputados italiana deu 'luz verde' a uma nova lei que determina que a imigração clandestina seja um crime em Itália. A nova legislação, que terá ainda de ser aprovada no Senado, alarga também para seis meses o período de retenção dos imigrantes ilegais nos centros de detenção.

 

A tipificação como delito da imigração ilegal prevê a aplicação de penas de prisão aos imigrantes que, após terem recebido notificação de expulsão de Itália, permaneçam no país, e àqueles que alugarem casa a imigrantes sem documentação válida.

 

Com exceção para os médicos e diretores de centros educativos, passará a ser obrigatória a denúncia dos imigrantes ilegais que se encontrem no país. Estão previstas multas para os imigrantes clandestinos que oscilarão entre os 5.000 e os 10.000 euros.

 


 

10/05/2009

 

Sílvio Berlusconi criticado por ser contra uma Itália multiétnica

 

O primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi rejeitou este fim-de-semana a visão de uma Itália multiétnica, que considerou ser “uma idéia de esquerda”. A oposição está a acusá-lo de comentários racistas depois de, na semana passada, terem sido repatriados dois grupos de cidadãos africanos que procuraram imigrar clandestinamente para a Europa e chegar à ilha italiana de Lampedusa.


Berlusconi insurgiu-se, em conferência de imprensa no sábado, contra “a idéia de esquerda de uma Itália multiétnica”. E acrescentou: “Essa não é a nossa idéia, a nossa é receber apenas aqueles que tenham condições para asilo político”, disse o primeiro-ministro citado pela Reuters.


As afirmações causaram a reação de membros da oposição. “Isso não é uma questão para eu, Berlusconi ou qualquer outra pessoas decidir, uma vez que este é o século das sociedades multiétnicas”, disse à Reuters o deputado e líder de centro-esquerda Dario Franceschini, que acusou o primeiro-ministro de estar a recorrer a afirmações polêmicas como forma de desviar a atenção de questões como o seu divórcio, as acusações contra si da ex-mulher Verônica Berlusconi ou a crise econômica. “A França, o Reino Unido ou a Alemanha têm muitos mais imigrantes do que nós mas trabalharam para a sua integração”, acrescentou.


Berlusconi indignou também alguns responsáveis da Igreja, como o secretário-geral da Conferência Italiana de Bispos, Monsenhor Mariano Crociata, que defendeu o multiculturalismo “como um valor”. E mesmo o líder do Partido Democrata de esquerda Piero Fassino, que na véspera discordara dos membros do seu partido e defendera as políticas de Berlusconi relativas à deportação, considerou agora que o primeiro-ministro foi longe demais. “Ele está errado, seriamente errado”, insistiu.


O Governo italiano tem tomado medidas mais restritivas quanto à imigração, e ao abrigo de um novo acordo com a Líbia repatriou, na sexta-feira e no sábado, dois barcos cheios de pessoas que procuravam imigrar para a Europa. O primeiro levava 227 pessoas a bordo, o outro 163, e o destino seria a ilha de Lampedusa, onde em 2008 chegaram 31 mil pessoas que quiseram fugir do continente africano.


De acordo com a agência italiana ANSA, o segundo grupo regressou ontem de manhã à Líbia e nele estavam 50 mulheres e dois recém-nascidos. As novas regras de repatriamento têm sido criticadas pelo Vaticano e pela ONU, através do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR). “Recolocar os migrantes na Líbia vai contra o direito de asilo”, disse ao "La Repubblica" Laura Boldrini, do ACNUR em Itália.

 

 

Ao que parece, a imigração multiracial é ruim TAMBÉM para Berlusconi, verdade? Ou é apenas uma máscara para conseguir algum objetivo?

 


 

GRÉCIA

 

09/05/2009

 

Manifestação extrema-direita causa violentos confrontos

 

Violentos conflitos eclodiram ao início da noite de hoje no centro de Atenas, Grécia, na sequência de uma manifestação de cerca de 300 pessoas afetas ao grupo neo-nazi Chryssi Avghi ("Aurora Dourada") contra os imigrantes, noticiam as agências internacionais.

 

 

Após a concentração na praça Omonia, centro da capital grega, convocada para "libertar Atenas e a Grécia das hordas de imigrantes clandestinos", os manifestantes dirigiram-se às antigas instalações do Tribunal de Recurso de Atenas, desativadas desde 2000 e ocupadas há algumas semanas por meio milhar de imigrantes ameaçados de expulsão do país.

 

Segundo a AFP, a polícia permitiu que o grupo desfilasse frente ao edifício, que os manifestantes acabaram por atacar com projéteis e explosivos, gritando "Fora da Grécia" e fazendo a saudação nazi.

 

Os imigrantes, apoiados por grupos gregos, responderam lançando pedras dos pisos superiores.

 

Os grupos acabaram por ser dispersos após a intervenção das forças anti-motim gregas, que recorreram ao uso de gás lacrimogêneo.

 

Paralelamente, um grupo de cerca de 150 jovens anarquistas juntaram-se num bairro próximo do centro para protestar contra a "concentração racista", e acabaram por atacar a polícia com cocktails Molotov.

 

Fonte policial afirmou à AFP que três jovens foram detidos, depois de o ajuntamento ter sido desfeito pela intervenção da polícia de choque.

 

 

A verdade é que o Nacionalismo está aumentando cada vez mais em todos os cantos do mundo, também com os Nacionalistas na Grécia, e é uma tragédia que a “liberdade de expressão” não seja tão pacífica...

 

 


 

08/05/2009

 

Proposta de segregação nos transportes públicos em Milão exalta a oposição italiana

 

 

"Carruagens ou assentos reservados para os milaneses nos transportes públicos", foi a proposta apresentada por Matteo Salvini, líder do movimento anti-imigrante da Liga do Norte italiana, durante a campanha eleitoral européia. 

 

A medida teve o apoio do Primeiro-Ministro, Sílvio Berlusconi e provocou grande exaltação na oposição.

 

Dario Franceschini, líder do Partido Democrata - o maior grupo de oposição  - acusou o Governo de estar a fomentar o racismo e relembrou o caso de Rosa Parks, a mulher negra que se recusou a abandonar o seu lugar num autocarro, e que serviu de motivação à luta de Martin Luther King contra a segregação.

 

Em sua defesa, Salvini disse que a proposta tinha sido apenas uma provocação à opinião pública, e que no fundo queria apenas alertar para o fato de "os residentes italianos estarem em minoria e, como tal, precisarem de se salvaguardar".

 

Não demorou até que o Presidente Italiano, Giorgio Napolitano, se manifestasse. Mostrou-se indignado e disse estar a assistir a um "preocupante" aumento da intolerância entre povos.

 


15/03/2009

2 de Maio. - Comemoração 120º Aniv. Nasc. Doutor A. O. Salazar



Caros amigos, comemora-se em 28 de Abril próximo, mais um aniversário de nascimento do Doutor António de Oliveira Salazar!

A homenagem terá lugar no dia 2 de Maio e realizar-se-á em Lisboa, em local que divulgaremos oportunamente aos interessados.

A todos os que queiram participar, agradecemos a inscrição até 31 de Março, para prevenirmos atempadamente o necessário.

Programa:

13:00 – Discurso de acolhimento
13:30 – Almoço
15:30 – Apresentação Multimédia
16:15 – Tomarão da palavra os participantes por ordem de inscrição.
19:00 – Encerramento

Pretendemos desta forma prestar a justa homenagem ao grande vulto que governou a Nação, apenas a pensar na Nação!

Contacto: info@oliveirasalazar.org

João Gomes - www.oliveirasalazar.org


 14/03/2009

'Skin' revela 'offshores' de tio de Sócrates


Documentos foram colocados no 'site' Fórum Nacional
São 67 páginas de documentos bancários de Celestino Monteiro, irmão de Júlio Monteiro, ambos tios de José Sócrates, que Mário Machado, líder dos Hammerskins portugueses, colocou na Internet. Os papéis publicados vão desde os certificados de constituição de uma offshore até aos movimentos bancários efectuados durante alguns meses do ano de 2001. Entre compra e venda de acções, o valor global das transacções do tio materno do primeiro-ministro ultrapassou os cem milhões de euros.

Os documentos mostram a constituição de uma empresa offshore, a Medes, no estado do Wyoming, nos EUA, e de algumas subsidiárias, como uma em Gibraltar. Contactado pelo DN, o Banco Popular, entidade que absorveu o antigo Banco Nacional de Crédito, pelo qual, através da BNC International, foram feitas as transacções, não negou a veracidade dos documentos.

Rejeitou, isso sim, qualquer responsabilidade numa eventual violação do sigilo bancário: "Acabámos de tomar conhecimento desta situação. Os documentos, com data de 2001, não indiciam qualquer quebra de sigilo bancário" por parte da instituição bancária, afirmou Paulo Frutuoso, do departamento de comunicação. Isto porque, segundo a mesma fonte, se trata de "correspondência enviada ao cliente". E adiantou: "A BNC Cayman foi desactivada pelo Banco Popular no início de 2006."

Por sua vez, Maria Teixeira, advogada que representou Júlio Monteiro no processo Freeport, mostrou-se surpreendida com a revelação e com o teor dos documentos. Impossibilitada de contactar Celestino Monteiro (o DN também procurou contactar o empresário, mas sem sucesso), a advogada garantiu, ainda assim, que "o caso vai ser seguido", remetendo para hoje uma reacção formal.

Já Mário Machado, líder dos Hammerskins portugueses, descreveu desta forma como teve acesso à documentação: "Estava em casa, tocaram duas vezes à campainha. Quando abri a porta, vi um cobertor. Desenrolei-o e lá dentro estava a documentação. Se for chamado, será isto que direi na Polícia Judiciária."

Mário Machado disse ainda estar preparado para assumir todas as consequências que a publicação dos documento possa envolver.

 


É fundamental apoiar a produção nacional!


Os portugueses vivem hoje num clima de crise, desde o desemprego, à nossa fraca economia
é certo que quem mais sofre somos nós, mas o que certamente muitas vezes não nos passa pela cabeça é que podemos ter uma certa culpa nesta grave situação. Frequentemente, quando vamos às compras, tentamos ir à procura do produto mais barato, mas o que agora é barato, pode vir a curto prazo, a tornar-se muito caro para todos nós. Desde a mais pequena especiaria ao peixe que comemos, o nosso mercado está inundado por produtos fabricados no estrangeiro. Tendo normalmente esses países uma economia mais forte que a nossa, conseguem vender os seus produtos a um preço mais baixo e, desta forma, somos levados, a comprá-los. Mas, quando o fazemos, estamos a contribuir para um maior crescimento das exportações desses fabricantes estrangeiros e, sem dúvida, por vezes, a tirar postos de trabalho no nosso país. Quando não compramos produtos nacionais e compramos artigos estrangeiros, os nossos fabricantes são obrigados a subir o preço dos seus produtos para compensar as quebras de produção. Ora se os produtos concorrentes já eram mais baratos na origem, isto faz com que os nossos fiquem ainda mais caros. E sendo mais caros, ninguém os compra. Toda esta situação leva posteriormente ao encerramento de muitas empresas e consequentemente ao crescimento do desemprego.



Produtos portugueses? E Como é que eu sei quais eles são?
É simples, bastante simples. Antes de mais, existem dois aspectos a distinguir: existem marcas portuguesas e produtos portugueses.

Marcas portuguesas, como o nome indica, são marcas de carácter nacional, com origem e produção no nosso país (exemplos: Sumol, Compal, Mimosa, Critical Software)

Produtos portugueses, são produtos fabricados em Portugal por marcas nacionais, multinacionais ou mesmo internacionais, mas são produtos feitos com mão de obra nacional, que contribuem superiormente para o nossa economia e para o emprego no nosso país.


E na hora de escolher, como é que devo agir? Que atitude?
Bem, na hora de escolher, é bastante fácil tomar uma atitude correcta: procure no produto, o código de barras e verifique se ele começa por 560, seguidamente
confirme na embalagem a origem do produto. Quase todos os produtos portugueses começam por 560 no código de barras. Posteriormente poderá ter em conta se a marca é nacional ou não e, claro, a qualidade e preço do produto. Atenção: existem algumas empresas portuguesas (produtos portugueses) que possuem códigos de barras proprietários, o que significa que são produtos portugueses que não têm o código 560, no entanto os códigos proprietários "costumam" ter um formato diferente (não têm 13 dígitos), existe também o caso dos produtos de peso e quantidade variável, por isso informe-se sempre antes comprar. Para uma total garantia de que seja um produto nacional verifique sempre na embalagem ou na informação do produto, o local de fabrico ou de origem. Seguem-se em exemplo, os modelos dos códigos de barras de formato EAN-UCC/GS1 (formato padrão/com 13 dígitos):




Divulgue, mude os seus hábitos, ajude, tome uma atitude!
Fale com os seus amigos acerca deste assunto, divulgue o Movimento 560 no seu local/site através dos painéis de divulgação, ponha um cartaz na sua loja/empresa, mande uma msg, mande esta mensagem por correio electrónico, por fax, mas acima de tudo, mude de atitude. Todos nós agradecemos. Um pequeno gesto, uma grande atitude... Compre produtos portugueses!


21/02/2009

 

Alemanha: Dinamarquês extraditado para a Alemanha por difundir música neonazi

 

Um dinamarquês vai ser extraditado terça-feira para a Alemanha, suspeito de difundir música neonazi que “incita” ao ódio racial, depois de o Supremo Tribunal Alemão ter rejeitado um recurso, disse sexta-feira o advogado de Defesa, Mikael Skjoedt.

 

O advogado recorreu para o Supremo Tribunal, alegando que este é um caso “importante porque se trata de um dinamarquês extraditado para o estrangeiro”, um argumento que o tribunal rejeitou.

 

Um nacional alemão de 33 anos, residente na Dinamarca, que foi detido na mesma altura que o dinamarquês, vai ser também extraditado na terça-feira.

 

Os dois homens foram presos no final de Agosto, a pedido da polícia federal alemã, no quadro de uma operação internacional para o desmantelamento de uma rede de produção e distribuição de música neonazi.

 

As autoridades encontraram milhares de CDs e DVDs com textos que negam a existência do Holocausto, na casa do dinamarquês.

 

Os dois detidos são suspeitos de ter distribuído na Alemanha música neonazi produzida na Áustria, na produtora Celtic Moon, com sede na Dinamarca.

 

 

 


 

21/02/2009

 

Israel bombardeia sul do Líbano em represália ao disparo de foguetes

 

EL QLAILÉ, Líbano — Israel disparou obuses contra o sul do Líbano, na manhã deste sábado, em resposta a foguetes lançados a partir do território libanês, reavivando assim a tensão na zona fronteiriça.

 

A rádio pública israelense anunciou que uma mulher ficou levemente ferida na explosão de um foguete disparado do vizinho Líbano, perto da cidade de Maalot, situada nas imediações da fronteira libanesa. Do lado libanês, não foi indicado se houve alguma vítima.

 

Os serviços de emergência israelenses reportaram, por sua vez, “três pessoas levemente feridas”.

 

Um porta-voz do movimento xiita libanês Hezbollah disse que “não tem nada a ver” com o ataque.

 

O primeiro-ministro libanês, Fuad Siniora, condenou o incidente.

 

“O Exército israelense considera isso um incidente grave e acredita que é responsabilidade do governo libanês e do Exército prevenir esses disparos de foguetes”, declarou um porta-voz militar de Israel.

 

Um porta-voz das forças libanesas disse que Israel disparou oito obuses de artilharia, depois que dois foguetes foram lançados a partir do Líbano contra o Estado hebreu.

 

“Dois foguetes foram lançados do Líbano. Um caiu em território libanês. O outro cruzou a fronteira” com Israel, disse o porta-voz libanês, acrescentando que as forças de seu país e a Força Interina da ONU no Líbano (Finul) já localizaram as plataformas de lançamento.

 

Em represália, acrescentou, “o inimigo israelense agrediu o Líbano disparando, um após o outro, oito obuses de artilharia na região de El-Qlailé”, uma área de influência do Hezbollah xiita ao sul da cidade costeira de Tiro.

 

“Os obuses israelenses são uma violação inaceitável e injustificada da soberania libanesa”, afirmou Siniora em um comunicado.

 

“Os foguetes disparados do Líbano ameaçam a segurança e a estabilidade” do sul do país, acrescentou o primeiro-ministro, considerando o incidente um “ato inaceitável e condenável”.

 

O Exército israelense confirmou ter “revidado” os disparos, mirando no setor de onde partiram os foguetes, e classificou o incidente de “sério”.

 

Os foguetes foram disparados a partir de uma plantação de limões nos arredores do povoado de Henniye, na região de Qlailé, a cerca de 10 quilômetros da fronteira israelense.

 

A região é controlada pelo Hezbollah e por seu aliado xiita, o partido Amal.

 

No Líbano, pessoas estavam fugindo da zona fronteiriça com Israel.

 

Em janeiro, vários foguetes foram lançados do Líbano contra o norte de Israel em duas ocasiões. Alguns ataques elevaram a tensão em ambos os lados da fronteira e suscitaram temores de que o conflito desencadeado na mesma época na Faixa de Gaza se estendesse para o território libanês.

 

E o “nazismo judaico” continua...

 

 

 


 

20/02/2009

 

Jornal acusado de ter comparado Obama a um chimpanzé

 

“New York Post” pede desculpa por “cartoon” polêmico 

 

 

O jornal norte-americano “The New York Post” pediu desculpas por ter publicado um cartoon que foi criticado por comparar o Presidente Barack Obama a um chimpanzé.


Um chimpanzé morto no chão por uma bala da polícia enquanto um dos agentes comenta para o parceiro: “parece que vão ter de encontrar para escrever a próxima lei do estímulo [econômico, uma referência ao plano para a recuperação da economia americana da Casa Branca]. Foi esta a comparação – feita a partir do caso do em que um chimpanzé foi morto pela polícia no Connecticut, após ter atacado um homem - que fez com que o “New York Post” fosse criticado por comparar Obama a um chimpanzé.


Num editorial colocado on-line, dois dias após a publicação do “cartoon”, o jornal pede desculpas pela imagem e afirma que o objetivo era apenas ridicularizar o plano federal para a economia. “Pedimos desculpa a todos os que se sentiram ofendidos pela imagem”, lê-se no editorial.


No entanto, o texto considera que a polêmica foi desencadeada por adversários do jornal, que viram aqui uma oportunidade para se vingarem. Tratando-os os como “oportunistas”, o texto diz que “nenhuma desculpa é devida” a esses antagonistas.


O pedido de desculpas surgiu após 200 pessoas se terem manifestado à porta do jornal, exigindo o respectivo encerramento: “Boicotem o Post! Fechem-o!” era a palavra de ordem dos manifestantes.


O reverendo Al Sharpton, que esteve entre as personalidades que contestaram o “cartoon” do jornal de Rupert Murdoch, um tablóide conhecido pela sua postura conservadora e pela sua atitude provocatória, não ficou satisfeito com o pedido de desculpas.


“Um pedido de desculpas foi a atitude certa, mas parece que querem atirar as culpas para cima de quem levantou a questão, em vez de assumirem a sua responsabilidade”, disse Sharpton.

 

 

 

 


 

13/02/2009

 

Brasileira não estava grávida e pode ter feito cortes em si mesma, diz perito suíço

 

Os primeiros resultados de investigação policial e do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique sobre a suposta agressão a uma brasileira, ocorrido na Estação ferroviária de Stettbach, foram divulgados nesta sexta-feira.


Segundo o diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, a partir de exames de legistas e ginecologistas, a conclusão é de que a brasileira Paula Oliveira não estava grávida e teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo.


Em entrevista coletiva na sede da polícia de Zurique, Bär afirmou que resultados laboratoriais de exames realizados na brasileira pelos ginecologistas do Hospital da Universidade de Zurique apontaram que Paula Oliveira não apresentava gravidez no momento do suposto ataque.


“Constatamos que os corte encontrados no corpo dela foram realizados em locais que podem ser alcançados por ela mesma”, afirmou Bär. “Além disso, as partes mais sensíveis do corpo feminino, como genitais e seios, não foram atingidos pelos ferimentos”.


“Vou tirar aqui uma conclusão, mas, como em todas as conclusões, existe o risco de uma interpretação errônea”, disse o perito. “Um médico legista experiente tem que presumir que uma auto-flagelação (ato com as próprias mãos) está bastante em evidência. Minha conclusão é que ela mesma fez os ferimentos”.


“Quero ressaltar que o Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique é uma entidade independente, sem ligação com a polícia nem com as autoridades de Justiça”, observou Bär.


A polícia municipal de Zurique informou também que os esclarecimentos referentes aos ferimentos por corte ainda não foram concluídos definitivamente e diz que ainda procura testemunhas.

Especialistas puderam interrogar detalhadamente a brasileira e outras pessoas, mas, por motivos de proteção a dados pessoais e a tática de investigação, estas informações não serão divulgadas.


De acordo com a polícia suíça, as investigações sobre o caso ainda não foram concluídas e seguem em andamento em todas as direções.


“Insisto em enfatizar que as investigações prosseguem, como até agora, em 360 graus, até que a ocorrência seja esclarecida”, disse o comandante da policia municipal de Zurique, Philipp Hotzenkcherle.


Antes da coletiva da polícia e do perito desta sexta-feira, o pai de Paula, Paulo Oliveira, havia reagido com indignação a suspeitas levantadas pela imprensa suíça sobre a suposta agressão contra a brasileira, alegando que havia uma tentativa de transformar Paula em culpada no caso.


Na quinta-feira, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse que o caso é “grave”, “chocante” e tem “aparência xenofóbica”.


No entanto, o chanceler disse ter confiança de que a polícia suíça manterá a transparência e o rigor na investigação e que é preciso aguardar as conclusões do trabalho.


O fato de ela estar falando ao celular em português com sua mãe momentos antes de ser supostamente atacada reforçaria a suspeita de que a agressão seria xenofóbica. Segundo Paula, os autores da agressão riscaram sua pele com estilete. Fotos de Paula mostravam que os cortes formam a sigla SVP, a mesma de um partido suíço de extrema-direita.


Logo após a coletiva da polícia e do perito em Zurique, um porta-voz do SVP, Alain Hauert, comentou o caso e o envolvimento do nome do partido no episódio.


“Caso seja comprovado que houve um ataque, apesar de tudo apontar que pelo menos parte do depoimento da brasileira não condiz com a verdade, a polícia deve prender e punir os responsáveis”, disse Hauert.


“Caso ela tenha feito em si mesma os ferimentos, e existe muita gente em várias regiões da Suíça que crê nessa possibilidade, o caso não nos diz respeito, estaria encerrado e não temos nada a dizer quanto a isso”, acrescentou.


Questionado sobre a marca com a sigla do SVP no corpo da brasileira, Hauert respondeu: “Talvez o senhor deva perguntar a ela mesma se ela talvez faz parte de nosso partido”.

 

 

Postscriptum: não será mais uma trama do judaísmo internacional, devido ao aumento exorbitante do nacionalismo em todos os cantos do mundo atualmente?

 

 

 


 

12/02/2009

 

Alerta para nacionalismo e xenofobia na Europa

 

Zapatero preocupado com sinais que estão a aparecer com a crise

 

 

A Europa tem que ser unida e forte para combater “sintomas inquietantes” de nacionalismo, xenofobia e “tentações protecionistas” que se notam em alguns pontos do espaço europeu, afirmou esta quinta-feira o primeiro-ministro espanhol, citado pela Lusa.


“Neste fase imprecisa em que se encontra o mundo, a União Européia tem que ser uma potência imprescindível”, disse José Luís Rodríguez Zapatero, num encontro promovido pela Associação de Jornalistas Europeus em Madrid, durante o qual descreveu os objetivos e desafios da presidência da UE, que Espanha assume no primeiro semestre de 2010.


“A UE mostrou atitudes positivas de liderança face ao crash financeiro de Setembro. Mas não podemos sentir-nos tão satisfeitos com outros comportamentos em alguns cantos da Europa”, sublinhou.


“Há sintomas inquietantes de nacionalismo anti-europeu, de xenofobia e tentações protecionistas”, acrescentou.


“Num período complexo e incerto para a comunidade internacional, para cada um dos Estados e para a União, necessitamos de uma Europa forte, que sabia exercer a sua liderança e que esteja comprometida com essa idéia de Europa”, sublinhou.


Na agenda figuram questões cruciais como o combate à crise, a reforma do sistema financeiro e o combate às alterações climáticas. “Para conseguir todos estes objetivos, precisamos de uma Europa forte, que começamos a desenhar no Tratado de Lisboa, fiel aos temas da integração, solidariedade, inovação, competitividade, da educação, da cidadania”, disse.

 

 

 


 

10/02/2009

 

Diplomata acusado de declarações anti-semitas

 

Grã-Bretanha: Caso é julgado em Março e pena pode ir aos sete anos de prisão

 

 

Um alto diplomata britânico, Rowan Laxton, foi detido no final de Janeiro após ter proferido afirmações anti-semitas num ginásio da capital londrina, segundo as edições de ontem de vários jornais ingleses.


Especialista em Médio Oriente, Laxton estava a ver televisão no passado dia 27 de Janeiro enquanto pedalava numa bicicleta estática no ginásio da London Business School, quando surgiram imagens das operações militares judaicas na Faixa de Gaza. Teria então proferido, segundo The Daily Mail, frases como “malditos israelitas, malditos judeus”.


Abordado por alguns funcionários do ginásio e por outros utilizadores, Laxton, de 47 anos, continuou a invectivar o Governo e os militares israelitas.


Segundo aquele diário, teria declarado que os soldados hebraicos “deviam ser aniquilados da face da terra”. Laxton, que é casado com uma muçulmana e esteve estacionado no Paquistão e no Afeganistão, onde foi número dois da embaixada britânica, foi detido pela polícia e posteriormente libertado sob fiança. Vai ser julgado em Março.


O diplomata, que já voltou ao serviço, incorre numa pena máxima de sete anos, que pode ser cumulada com uma penalização monetária.


Laxton, que reporta diretamente ao ministro dos Negócios Estrangeiros David Miliband, ele próprio de descendência hebraica, está ao serviço da diplomacia britânica desde 1993.


Um porta-voz do Foreign Office recusou-se a comentar o sucedido, argumentando com o facto de Laxton ser julgado em Março. Por seu lado, o diplomata, ouvido pelo The Daily Mail, negou ter proferido qualquer declaração anti-semita. Interrogado se proferira alguma frase contra Israel e os judeus, Laxton negou-se a responder.

 

 

É acusado por dizer a verdade, não? Afinal, é proibido dizer que os Israelitas são assassinos...

 

 


 

07/02/2009

 

Bispo que nega o Holocausto disse que só pede desculpas se encontrar provas

 

 

O bispo Richard Williamson, que abriu polêmica ao questionar a existência do Holocausto, disse que só irá pedir desculpas aos judeus se forem encontradas provas históricas. A declaração foi concedida à revista alemã Spiegel na edição que chegará às bancas nesta segunda-feira (dia 6).

 

Williamson criou polêmica junto a comunidade judaica ao questionar a existência das câmaras de gás nos campos de extermínio nazistas. “Se eu encontrar provas, então retificarei o que disse”, disse o bispo que afirmou ainda que o pedido de desculpas pode demorar.

 

Recentemente, o Vaticano afirmou que o bispo deve “se distanciar de forma inequívoca e pública” de suas declarações sobre a negação do Holocausto antes de ser readmitido em suas funções episcopais na Igreja Católica.

 

O Vaticano afirmou ainda que as declarações feitas pelo religioso não eram de conhecimento do papa Bento 16 no momento em que suspendeu a excomunhão de outros três bispos conservadores da Sociedade São Pio 10º (SSPX).

 

Nas palavras de Williamson, “não existiram câmaras de gás, e [...] entre 200 mil e 300 mil judeus sofreram nos campos de concentração”. O bispo também afirmou que Deus não queria que mulheres estudassem e que o 11 de Setembro foi uma conspiração dos EUA. Ele depois lamentou ter causado “tensão desnecessária” ao papa, mas nunca se retratou.

 

 

 

 

 


 

05/02/2009

 

Senado italiano quer médicos a denunciar imigrantes ilegais

 

Os médicos temem que os imigrantes deixem de recorrer aos hospitais
Medida é contestada pela oposição



O Senado italiano aprovou hoje, com os votos da maioria de direita, uma emenda às leis de segurança interna para que os médicos denunciem os imigrantes ilegais que acorram às unidades de saúde. A oposição fala num “regresso à era do fascismo” e as associações de médicos dizem temer que os estrangeiros optem por recorrer a clínicas ilegais.


O diploma, que anula a anterior obrigação de sigilo médico nestes casos, foi proposto pela Liga Norte, o partido xenófobo de Umberto Bossi, e terá ainda de ser aprovado na Câmara dos Deputados, onde a coligação de Sílvio Berlusconi dispõe também de uma confortável maioria.


Anna Finocchiaro, senadora do Partido Democrático, liderou os protestos na votação, acusando o Governo de “espalhar o medo nas pessoas, que vão deixar de ir aos hospitais para dar à luz ou para que os seus filhos sejam tratados”. O Governo “passou a linha que separa a legislação da perseguição”, afirmou, citada pela agência Ansa. Jean-Leonard Touadi, o único deputado negro italiano, nascido no Congo, avisou que os imigrantes “vão preferir a morte à expulsão” e lamentou que o Executivo não tenha com os imigrantes “os valores cristãos” e “de defesa da vida” que usa para condenar a morte assistida de uma italiana em coma.


Dos restantes partidos à esquerda (mas também do partido de extrema-direita Força Nova) surgiram críticas idênticas. A Refundação Comunista disse que “esta lei é claramente nazi, mas acima de tudo estúpida”.


Mas o senador Maurizio Casparri saiu em defesa da lei, dizendo que a maioria “está convencida de que os direitos dos italianos devem estar em primeiro lugar”. “Podem chamar-nos xenófobos à vontade, que isso só nos dá mais votos”, acrescentou Federico Bricolo, da Liga do Norte.


O diploma, adoptado na mesma semana em que o ministro da Justiça disse que é preciso ser “mau” no combate à imigração ilegal, mereceu o repúdio da associação de médicos hospitalares italianos, que rejeita que os seus associados passem a actuar como “espiões”. Por seu lado, os Médicos do Mundo em Itália pedem que a Câmara dos Deputados vete um diploma que contribuiria para uma “perigosa marginalização nos cuidados de Saúde”.


O Senado aprovou também uma norma que prevê penas de prisão até quatro anos para imigrantes que permanecem no país após ordem de expulsão e outra que aumenta de 80 para 200 euros o preço a pagar pela autorização de permanência. A maioria decidiu ainda que todos os sem-abrigo devem se registar junto do Ministério do Interior — uma medida polêmica semelhante à que foi decidida para a população cigana.

 

 

 


 

30/1/2009

 

Mais um sacerdote questiona o Holocausto

 

A verdade segue seu rumo triunfante

 

Em meio à polêmica causada pelo bispo britânico Richard Williamson, que acabou de ter sua excomunhão revogada, Abrahamowicz disse hoje ao jornal italiano La Tribuna que “junto com a versão oficial (sobre o número de mortos) existe outra baseada nas observações dos primeiros técnicos aliados que entraram nos campos (de extermínio)”.

 

“Não sei se as vítimas morreram pelo gás ou por outros motivos. Não sei, de verdade. Sei que as câmaras de gás existiram pelo menos para desinfetar, mas não sei dizer se também mataram ou não, pois não me aprofundei sobre o tema”, declarou.

 

“Falar de números não muda nada com relação à essência do genocídio, que é sempre um exagero”, acrescentou o sacerdote, que afirmou que estes números “derivam do que o chefe da comunidade judaica alemã disse às tropas anglo-americanas após a libertação”.

 

Segundo ele, o chefe judeu “soltou um número no meio do ardor”. O padre se perguntou “como podia saber este número”.

 

Abrahamowicz acrescentou que a crítica que pode ser feita é “sobre o modo como foi administrada a tragédia do Holocausto, à qual se deu uma supremacia em relação a outros genocídios”.

 

“Caso o monsenhor Williamson tivesse negado o genocídio de 1,2 milhão de armênios por turcos os jornais não teriam falado como estão fazendo”, declarou Abrahamowicz, que citou também “a ordem dada por Winston Churchill de bombardear Dresden (Alemanha) com fósforo”.

 

 


29-01-09

Polêmica da reabilitação de bispo que nega Holocausto

Rabinos zangados com o Papa

 

A indignação gerada em Israel pela reabilitação do bispo britânico Richard Williamson, que nega o Holocausto, culminou com o corte de relações entre o Grão-Rabinato de Israel e a Santa Sé. Em carta enviada ao Vaticano, a máxima autoridade religiosa israelita informa que corta os seus laços de forma indefinida e suspende um encontro judaico-cristão programado para 2 a 4 de Março.

 

Oded Weiner, diretor-geral do Grão-Rabinato de Israel, adianta na carta enviada à Santa Sé (a qual teve acesso o ‘Jerusalem Post’) que “sem uma desculpa pública será difícil continuar com o diálogo”.

 

A polêmica em torno desta questão começou no sábado, quando o Papa Bento XVI levantou a excomunhão a quatro bispos da Fraternidade de São Pio X consagrados pelo falecido arcebispo Marcel Lefebvre em 1988 em uma tentativa de resolver um cisma dentro da Igreja. Richard Williamson, que vive atualmente na Argentina, foi um dos contemplados com a decisão do Pontífice, o que indignou os judeus, uma vez que em uma entrevista recente em uma TV sueca o bispo britânico negou que tivessem sido assassinados seis milhões de judeus pelas mãos dos nazis, estimando que tenham morrido entre 200 e 300 mil nos campos de concentração, mas não em câmaras de gás.

 

A Fraternidade de S. Pio X emitiu um comunicado a distanciar-se das opiniões de Williamson e o superior-geral da congregação tradicionalista, o bispo Bernard Felley, proibiu Williamson de falar em público.

 

Numa tentativa de acalmar os ânimos, o Papa manifestou na audiência de ontem solidariedade para com os judeus e condenou a negação do Holocausto. O Grã-Rabinato espera mais.

 


23-01-09

Pedem quatro anos de prisão para o dono da Livraria Europa


A Promotoria do Tribunal de Justiça de Barcelona pediu, em suas conclusões provisórias, uma condenação de quatro anos de prisão para o dono da Livraria Europa, Pedro Varela, especializado em material nazi e a quem se acusa de vender em Barcelona livros que enaltecem e justificam o genocídio contra os judeus e defendem a segregação racial.


Em seu documento de acusação, a Promotoria imputa ao livreiro os delitos continuados de difusão de idéias que justificam o genocídio e de provocação ao ódio e à discriminação racial, pelos quais pede uma condenação de dois anos de prisão por cada um deles.


Varela, que em 1998 já foi condenado a sete meses de prisão por apologia do genocídio, além de vender os livros e o material que têm estimulado as acusações, também organiza conferências de historiadores que negam o Holocausto, como David Irving, ou o fundador do Ku Klux Klan (KKK), David Duke.

David Duke fundador do KKK? Um pouco de “rigor jornalístico”, por favor...


O mesmo Varela, em entrevista com o elmundo.es, afirmou pouco depois de conhecer a postura do promotor que recorrerá contra a petição, adicionando que lhe “perseguem” por “um delito de opinião que nem sequer foi cometido”. Veterano em “batalhas judiciais”, argumentou à este meio que “me dedico a vender livros de outros autores, tal e como se faz em muitos outros lugares”, pela qual reduz seus confrontos com a Justiça a “um mero processo político”.

 

“O material que vendemos se duplicará”


A proposta do promotor, no entanto, não parece que vai afetar os ânimos de Varela, quem afirmou que “não tenho nenhuma intenção de deixar de vender os livros”. Entretanto, advertiu que “todos os títulos que apreenderam nas “buscas-e-apreenções” (em 1998 e em 2007) voltam a estar editados” e promete “dobrar a publicação de livros”.


O desafio para a Justiça de um dos propagandistas “filo-nazis” mais conhecidos não fica aí. Assim, não duvidou em seguir organizando eventos públicos nos quais participem autores como Irving ou Duke, e que levaram os Mossos d’Esquadra a gravar os eventos com a suposição de que se pronunciassem discursos anti-semitas ou que se negasse a existência do Holocausto.

 



Nova ocupação nao conforme em Roma

 Cinqüenta militantes Casapound da Itália esta manhã ocuparam um edifício propriedade da prefeitura de Roma, Círculo Comune do bairro de Portunese, em desuso há anos, na esquina da rua Ettore Paladini com a rua lnicola Pellati.


“Este edifício custou três milhões de euros, mas se encontrava em estado de total abandono há 7 anos. Chegou o momento de devolvê-lo ao bairro, e isto é o que queremos fazer — diz Gianluca Iannone, Presidente da Casa Pound Itália. Anunciou assim mesmo a convocação de uma reunião com o prefeito, o representante dos Esportes e o presidente do XV Município, Gianni Paris; onde pedirá que o Círculo Comune se atribua a alguma entidade de forma que possa voltar ao povo. “Os residentes locais estão conosco. Muitos vieram à nós esta manhã para propor um uso para “o edifício”


Portuense passou a se denominar “Uscocchia” (conclui Iannone) em memória dos “piratas” de Gabriele D’Annunzio que roubavam os grandes comerciantes para financiar a ocupação de Fiume. Como eles, queremos “seqüestrar” os lugares abandonados, o símbolo da especulação e dos resíduos da “destruição do lugar” que ainda resta, e devolvê-los ao povo”.

 

 

 


 

Hitler volta à quiosques alemães


“Tirem as bandeiras! Hitler eleito Chanceler!” se podia ler no fim de semana passada em um jornal chamado “O Ataque”, perdido entre outras dezenas de jornais e revistas de um quiosque em Berlim. Em outro jornal “O Observador Popular” se vê a imagem de Hitler fazendo sua saudação entre as suásticas, em um terceiro Joseph Goebbels, o Ministro da Propaganda de Hitler, declara em suas manchetes “O Nacional Socialismo não fará nada pelas metades”.


Este curioso cenário jornalístico acaba de reviver os alemães através da iniciativa de um editor britânico, Peter McGee, que desde este mês começou a lançar nos quiosques de toda a Alemanha uma série chamada “Zeitungszeugen” (“Jornais Testemunhais”) como um projeto para conhecer de primeira mão a história alemã.


Os “Jornais Testemunhais” são a reimpressão fac-similar (fac-símile em português; do latim:
fac simile, “fazer semelhante”; cópia exata de documento impresso, livro, manuscrito, ilustração, etc...) de uma seleção dos jornais que apareceram desde a nomeação de Adolf Hitler como Chanceler em 1933, até a derrota da Alemanha nazi em 1945.

“Através dos “Jornais Testemunhais” se consegue entender muito melhor o nazismo que através dos habituais textos de história”, comentou Sandra Paweronschitz ao BBC Mundo, historiadora e redatora chefe de “Jornais Testemunhais”.

“Os jornais vão acompanhados de um folheto com comentários de historiadores que não só esclarecem o contexto e profundamente cada notícia, mas que ajudam o leitor a ler entre as linhas da história”, explicou Paweronschitz. Claro, não vai ser que as pessoas possam ver o Nacional Socialismo como algo bom como aconteceu nos anos 30 e já está enrolada outra vez.

Na Alemanha existe uma proibição de documentos que aludem ao Nacional Socialismo.


Além dos jornais nazis, a série incluirá a reação dos jornais da oposição comunista, socialista e jornais judaicos, durante os poucos meses que conseguiram permanecer antes de serem proibidos pelo regime de Hitler.


Pouco depois de que saísse a primeira coleção de jornais, um comunicado do estado da Baviera declarou que “fará o necessário para impedir esta difusão da propaganda nazi” e exigiu à editoria Albertas Limited, proprietária da coleção, que cancele seu projeto. O Ministério das Finanças da Baviera deve ter se apoderado depois da Segunda Guerra Mundial da editoria Eher, que publicou todos os jornais nazis, e é agora legalmente o dono dos direitos desses jornais.

Segundo o comunicado do Ministério Bávaro, os jornais poderiam ser uma incitação para grupos de neonazis, já que podem ser lidos deixando de lado completamente os comentários críticos, que vêm em um folheto separável.

Mas a coleção recebeu agora o apoio de alguns dos maiores historiadores alemães do Nacional Socialismo.

Em uma declaração pública, oito historiadores de várias universidades e institutos alemães manifestaram que “a proibição só ajuda a mitificar e a sobreestimar a propaganda do Nacional Socialismo, contribuindo para fazê-la atrativa para os neonazis”.

 
Edições esgotadas


Na Alemanha existe uma exigente proibição de símbolos, documentos e propaganda que aludem de alguma maneira ao Nacional Socialismo, com o qual é muito difícil para um cidadão normal ter acesso diretamente a evidências da época nazi.


“Nunca tinha lido um jornal nazi. Me parece excelente que agora sejam acessíveis, assim todos podem tornar melhor uma idéia do por que tanta gente seguiu Hitler”, comentou Hermann à BBC, um estudante que diz ter percorrido vários quiosques antes de conseguir um exemplar.


“Em qualquer parte do mundo, até em Israel, podes comprar o livro ‘Minha Luta’ de Hitler, menos na Alemanha, onde está proibido. Acredito que é importante poder ler finalmente essas coisas”, concluiu o estudante.

A editoria disse que todos os exemplares da primeira entrega dos “Jornais Testemunhais”, de 300.000 exemplares, está completamente esgotada.


A segunda entrega, programada para a segunda semana de Janeiro, está ainda atrasada devido ao problema legal entre os editores de “Jornais Testemunhais” e o Estado de Baviera.


Se tiverem sucesso, os editores esperam editar 12 fascículos, um por cada ano que Hitler esteve no poder, o que permitiria, pela primeira vez, a muitos alemães verem um pouco mais diretamente sua própria história.


 

Um relator da ONU acusa a Israel de crimes de guerra em sua ofensiva contra Gaza

 

O relator especial da ONU sobre a situação dos Direitos Humanos em Gaza, Richard Falk, afirmou hoje que Israel cometeu crimes de guerra durante sua última ofensiva em Gaza.


“A evidência da violação da lei humanitária é tão clara que não tenho nenhuma dúvida da necessidade de uma investigação independente que demonstre que Israel cometeu crimes de guerra”, afirmou Falk em uma entrevista telefônica do seu lar da Califórnia, EE.UU..

Falk, pormenorizou que ele considera que Israel cometeu crimes de guerra e contra a humanidade, antes inclusive do último conflito, ao aplicar “um bloqueio sustentado durante 18 meses, um bloqueio ilegal de comida, medicamentos e combustível que pode ter afetado a população de Gaza pelas suas vidas”.

Além disso, para o relator da ONU, judeu de religião, os crimes de guerra se agravam pelo fato de que Israel não permitiu à população civil abandonar o território antes de bombardeá-lo.


“Não há precedentes de que uma população inteira fique bloqueada em zona de guerra e sem possibilidade de fugir e de se converterem em refugiados”, explicou.

Falk acrescentou que o crime é ainda mais grave por que 70% da população de Gaza são menores de 18 anos.

“Estas pessoas podem ficar afetadas para sempre, não só sofreram um ano e meio de bloqueio, mas que também sofreram a dor e o medo de uma guerra”, assegurou Falk.

O relator da ONU descartou totalmente o argumento de Israel, de que a ação levada a cabo a partir de 27 de Dezembro contra Gaza estava baseada na “auto-defesa”. “O argumento não tinha base de fundamento legal, mas que além do uso absolutamente desproporcionado da força descarta totalmente o argumento da autodefesa”, esclareceu o relator.

Diante desta realidade, Falk demonstrou seu desejo e convicção de que Israel seja condenado e perseguido por seus crimes.

Para isso considera que é necessária uma condenação explícita do Conselho dos Direitos Humanos da ONU, assim como que se inicie um julgamento penal internacional.


Uma das opções seria a aplicação da justiça penal através de uma corte nacional, como ocorreu no caso do ex-ditador chileno Augusto Pinochet que foi convocado pelas cortes espanholas para ser julgado por crimes contra a humanidade.


A outra opção sugerida por Falk seria que a Assembléia Geral ou o Conselho de Segurança da ONU estabelecesse uma corte especial na Corte Internacional da Haya como a qual julgou os crimes na antiga Iugoslávia ou em Ruanda.


A terceira opção seria que Israel fosse julgado na Corte Penal Internacional, algo que é “altamente difícil”, dado que o estado hebraico não faz parte desta instituição.


“O meio legal depende da vontade política da comunidade internacional”, concluiu Falk.


Os 22 dias da ofensiva israelense contra Gaza causaram a morte de 1300 palestinos e deixaram mais de 5000 feridos.

 

Israel prepara sua defesa por uma temida chuva de denúncias por crimes guerra


Aquietadas as bombas, o Governo israelense tira do tinteiro agora sua caneta para preparar sua defesa contra uma temida chuva de denúncias por supostos crimes de guerra na Faixa de Gaza, apesar de que toda ação judicial contra se chocará com dificuldades para ir adiante.


Na maior ofensiva de Israel jamais lançada contra o território palestino, 1300 pessoas morreram, mais da metade delas civis, inclusos mais de 400 crianças e adolescentes menores de 16 anos, segundo fontes médicas palestinas.

 

As organizações humanitárias também foram vítimas do fogo israelense durante os 22 dias de conflito contra o movimento islamita Hamas. Pelo menos quatro escolas administradas pelas Nações Unidas, o Quartel General da Agência da ONU de Ajuda aos Refugiados Palestinos (UNRWA) e um de seus comboios foram atacados.


No pior destes bombardeios contra um centro escolar no norte, 43 pessoas morreram e mais de 100 ficaram feridas.


O Estado hebraico, que prometeu investigar estes incidentes, se defendeu acusando os militantes do Hamas de utilizar civis como escudos humanos.


“Por que morreram civis? Por que os campos de treinamento e todas as instalações do Hamas estão perto das escolas, mesquitas ou lares”, afirma a porta-voz do exército Avital Leibovitch.


“O Hamas cometeu os crimes de guerra pondo civis na primeira linha de fogo”, acrescenta, prometendo que Israel “responderá” a qualquer acusação contra.

 

O exército israelense disse na Quarta-feira que investigará as acusações de que suas forças utilizaram projéteis com fósforo branco que causaram queimaduras em civis durante a ofensiva na Faixa de Gaza, o que segundo grupos ativistas é uma violação ao Direito Internacional.


Testemunhas e médicos palestinos disseram que as vítimas sofreram queimaduras, algumas muito graves, quando os soldados israelenses dispararam projéteis carregados de fósforo branco nas moradias. Em 10 de Janeiro, os médicos disseram que uma mulher morreu e mais de 100 moradores locais foram feridos pelas queimaduras e por inalação de gás quando as forças israelenses dispararam projéteis com fósforo branco em algumas casas em Khouza, um vilarejo no sul de Gaza cerca da fronteira israelense.


Embora o uso do fósforo branco para iluminar a noite ou criar cortinas de fumaça com o fim de proteger o movimento da tropa está permitido pelo Direito Internacional, a Anistia Internacional acusou Israel de cometer um crime de guerra ao disparar munições carregadas de fósforo em áreas densamente povoadas.


Devido à amplitude e a quantia da destruição, assim como o número de mortos e feridos durante a ofensiva israelense, vários grupos ativistas anunciaram planos de apresentar acusações de crimes de guerra contra Israel.


O uso ilegal do fósforo branco poderia ser um tema chave por ser um tipo de atividade que pode ser documentada geograficamente. A Anistia Internacional emitiu na segunda-feira um relatório sobre o bombardeio de zonas residenciais da Cidade de Gaza, e concluiu que Israel utilizou indevidamente armas mortíferas.


“O exército israelense usou fósforo branco, uma arma altamente incendiária, em áreas residenciais civis densamente povoadas da Cidade de Gaza, segundo provas irrefutáveis”, disse o relatório.


O Governo israelense está reunindo informação para demonstrar que sua estratégia foi baseada unicamente em atacar alvos militares e que a responsabilidade das perdas civis deve ser atribuída ao grupo islamita.

 

Mas várias organizações e, especialmente o relator da ONU sobre os Direitos Humanos nos Territórios Palestinos, Richard Falk, acusaram Israel de “crimes contra a humanidade”, exigindo que seus autores sejam julgados.

O Governo da Bolívia, a Federação Internacional dos Direitos Humanos e grupos de advogados, entre outros, declararam sua intenção de pedir à Corte Penal Internacional (CPI) que investigue sobre os supostos crimes de guerra cometidos por Israel contra a população palestina.


O Estado hebraico, a priori (previamente), não pode ser julgado por este tribunal ao não ter assinado o Estatuto de Roma, exceto com a intervenção do Conselho de Segurança da ONU.


Para o Centro Palestino dos Direitos Humanos, o modo legal mais viável é o recurso ao princípio de “Justiça Universal”, que permite aos tribunais penais de alguns países julgar crimes de guerra independentemente de se afetaram ou não seus interesses nacionais.


Seu vice-presidente, Jaber Wisha, explica à AFP que já está preparando os “dossiês” legais sobre ataques israelenses contra civis palestinos, protegidos pelo Direito Humanitário Internacional.

Segundo Larry Maybee, especialista em questões legais do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (ICCR) (em inglês: International Comite’s Cross Red), um ataque contra civis ou organizações humanitárias pode ser classificado como um crime de guerra se é provado que houve “intencionalidade”.


E embora o objetivo do ataque seja militar, afirma Maybee, a justiça também deve pesquisar se o “ ‘guerreador’ tomou as precauções suficientes para minimizar o número de vítimas e danos” contra civis e se a “resposta foi proporcional à ameaça”.


A justiça de alguns países, como da Bélgica, da Grã-Bretanha, da Holanda e da Nova Zelândia, já aceitaram, a trâmites, alguns casos contra militares israelenses por supostos crimes de guerra, mas muitos acabaram sendo arquivados pela “interferência dos políticos”, segundo Wisha.


Em 2003, a justiça belga abandonou sua investigação preliminar por crimes contra a humanidade contra o ex-premiê israelense Ariel Sharon, por sua suposta responsabilidade nos massacres nos campos palestinos de Sabra e Chatila em 1982 no Líbano.


Em contraste, alguns casos seguem adiante, segundo o Centro Palestino, como o do general israelense Doron Almog, sobre quem a justiça britânica emitiu uma ordem de detenção por supostos crimes de guerra durante a segunda intifada (rebelião do povo palestino contra a ocupação israelense).


Em Setembro de 2005, o general, que tinha viajado à Londres, escapou por pouco da sua detenção. Antes de sair do avião, foi prevenido pela embaixada israelense, com o qual voltou a decolar em direção à Tel Aviv.


Que classe de poder têm Ehud Olmert?

 

Perguntamos-nos que classe de poder têm o premiê israelense, Ehud Olmert, para ligar à um presidente que já está saindo do seu cargo dos EE.UU. da América, como Bush, lhe interromper no meio de um discurso, e o fazer humilhar sua secretária de Estado, Condolezza Rice, impedindo sozinho a resolução que ela mesma havia preparado no Conselho de Segurança das Nações Unidas contra todas as demais nações que votaram unanimemente a favor.

 
Olmert ligou para Bush para que Rice deixasse de intervir na resolução da ONU

 


Condoleezza, humilhada por que foi ela quem elaborou.


O premiê israelense, Ehud Olmert, anunciou hoje que na semana passada ligou por telefone ao presidente dos EE.UU., George W. Bush, para que a secretária de Estado, Condoleezza Rice, deixasse de intervir na votação da resolução do Conselho de Segurança da ONU.

Dita resolução pedia um “cessar fogo” na Faixa de Gaza, deixando assim a chefe da diplomacia norte-americana “bastante envergonhada”, já que foi ela a artista da mesma.

Em um discurso pronunciado ontem a noite, Olmert explicou que na mesma quinta-feira pediu para falar com Bush só dez minutos antes de que o organismo mais importante das Nações Unidas votasse na quinta-feira passada a resolução que recusou Israel.


“Quando vimos que a secretária de Estado, por razões que realmente não entendemos, queria votar a favor da resolução da ONU... Procurei o presidente Bush e me disseram que estava na Filadélfia dando um discurso. Eu disse: ‘Não me importa, tenho que falar com ele agora’ “, assinalou.

 

Olmert, quem qualificou Bush como um “incomparável amigo” de Israel, acrescentou que então “levaram (o presidente estadunidense) para outra sala” e conseguiu falar com ele, à quem disse: “Não podes votar a favor desta resolução”, ao qual Bush respondeu que não estava “familiarizado” com o texto. “Eu sim estou familiarizado com ele. Não podes votar a favor”, acrescentou Olmert na conversa da quinta-feira passada.


Segundo o premiê, Bush “deu uma ordem à secretária de Estado e ela não votou a favor” da resolução, um texto que, nas palavras de Olmert, a própria Rice tinha “cozinhado, formulado, organizado e elaborado”. “Ficou bastante envergonhada e deixou de intervir em uma resolução que tinha organizado”, falou.


Um total de 14 dos 15 países membros do Conselho de Segurança da ONU votaram a favor da resolução, na qual os EE.UU foi o único que se absteve. Tanto Israel como o Hamas ignoraram a mesma.

 


Usava Marx a “kefiya”?


Nas lojas da madrilena rua de Fuencarral, o mais “trendy”, a moda que arrasa nestes dias, é a “kefiya”, ou cachecol palestino que se usa de abrigo nos rigorosos invernos, nas gargantas de alguns piás solidários com Gaza e com as últimas tendências em voga.


Esses mesmos piás, com seu desinibido estilo de vida, sua música, sua barroca peripécia (lance de narrativa, peça teatral, poema, etc., que altera a face das coisas, e modifica a ação e a situação dos personagens) erótico-sentimental e sua irreverência provocariam um pasmo à uma sociedade árabe profundamente conservadora.

Se a piazinha que viaja de frente para mim no metrô com seu “kefiya”, mini-saia e ajustados collants, se se apresentasse tal e como a vejo diante de um barbudo do Hamas, este se “largaria pelo mundo” do grande susto que levaria desta piazinha.


Incomum é a identificação da esquerda e da jovem modernidade com uma sociedade árabe patriarcal, de sagrados valores familiares, obcecada com o honra nas vestes indumentárias, devota e além do mais tradicionalista.


Para alguns de nossos tradicionalistas, por outro lado, lhes dá irritação o mundo árabe, apesar de que, no fundo, compartilham mais valores do que uns e outros acreditam. Estes mesmos guardiões da ortodoxia converteram Israel em ícone da direita espanhola, apesar de que nas suas origens o Estado hebraico teve movimentos de identidade socialistas e que a história da esquerda da era moderna conta com uma ampla genealogia judaica, desde Carlos Marx ao “staff” bolchevique, Marcuse, Adorno e os apóstolos de Maio de 68: Daniel Cohn Bendit, Allen Ginsberg e Abbie Hoffman. Dito seja sem ânimo de molestar. Alguns destes esquerdistas foram profundamente antipáticos; outros, estimulantes e grandes pensadores.


O que chama a atenção é a força dos arquétipos (diz respeito à psicologia: segundo C.G. Jung, arquétipos são imagens psíquicas do inconsciente coletivo) no conflito palestino-israelense. Palavras maiores como holocausto, anti-semitismo ou genocídio estão monopolizando a análise dos fatos. Submissões incondicionais e fobias irracionais. Fantasmas do passado, mortos passeados em procissão, memórias e rancores de defuntos se apoderando do discurso dos vivos. Arquétipos, mitos, abstrações em um conflito interminável que, na dura realidade, se escreve dia-a-dia com sangue que nada têm de abstração.


 

O boicote a produtos israelenses explode na Europa

 

Os Países nórdicos lideram uma campanha que cresce


A indústria israelense começa a notar a indignação que despertou em um setor da sociedade européia sobre a ofensiva militar em Gaza. Os empresários de alguns países do Velho Continente cancelaram as importações de produtos israelenses, especialmente agrícolas, como frutas e verduras, flores e carne, segundo confirmou a este jornal o Ministério de Agricultura israelense. O boicote foi liderado pelos países escandinavos, mas também começa a ser realizado em outros países como Grã-Bretanha, França e Itália.


“Estamos preocupados porque a guerra está afetando nossos produtores. Compradores tradicionais de nossos produtos cítricos e de nossas verduras suspenderam ou adiaram as importações devido à situação em Gaza”, afirma a diretora geral do ministério, Yael Shaltieli. A Europa é o principal mercado exterior do campo israelense. Suas exportações geram uma renda de 755 milhões de Euros anuais, só superados pela venda de diamantes polidos, pelas armas e as pelas tecnologias da informação.


Agora, no entanto, frutas como a laranja, o abacate, a tâmara, a manga ou o caqui israelense, além de diferentes variedades de flores, estão pagando a importação desta guerra. “Os importadores nos dizem que os consumidores não querem continuar comprando frutas israelenses. Na Noruega, na Suécia e na Finlândia o movimento é generalizado e poderia se estender logo à todas as redes de supermercados”, explica Ilan Eshel, diretor geral da Associação Israelense de Produtores de Frutas. “Importadores do Reino Unido, França e Itália também cancelaram alguns pedidos”, acrescenta.

Como vêm insistindo há alguns dias a imprensa hebraica, Eshel considera que a ofensiva de Gaza está danificando gravemente a imagem de Israel no exterior. “No fundo, muitos países compreendem que nos defendamos dos foguetes, mas também é verdade que as imagens de morte e de destruição que chegam de Gaza são terríveis”, explica. “Se o sofrimento palestino continua, o vamos notar porque cada vez há mais vozes que chamam para o boicote”.


Este tipo de campanhas não é novo para Israel. Algumas associações, sindicatos e igrejas levam anos promovendo, sem muito sucesso, o boicote econômico para forçar o fim da ocupação dos territórios palestinos, a ponto de completar 42 anos. O modelo é o mesmo que ajudou a “tombar” o apartheid na África do Sul.


Até agora, a maioria dos esforços tinham se centrado no boicote aos produtos fabricados nos estabelecimentos judaicos na Cisjordânia. O Governo oferece valiosos benefícios fiscais às empresas israelenses que operam dali, mas ultimamente as pressões externas começaram a dar frutos. Nos últimos meses, tanto a empresa vinícola israelense Barkan como a multinacional sueca de serralheria Mul-T-Lock anunciaram “sua marcha” dos estabelecimentos por temor às repercussões sobre sua imagem de marca e a rejeição dos consumidores europeus.


A guerra também alterou, embora seja momentaneamente, as relações entre Israel e a União Européia. Bruxelas se opõe ao boicote, mas na quarta-feira passada anunciou que “congelava” o acordo ratificado em Junho para aproximar os laços políticos, culturais e econômicos (semelhantes a um acordo de livre comércio) com o Estado judaico. Não é “apropriado” referendá-lo agora, quando “Israel utiliza a guerra de um modo tão dramático e poderoso em Gaza”, disse o máximo representante da Comissão Européia em Israel, Ramiro Cebrián.


A Espanha é um mercado relativamente pequeno para as exportações israelenses, embora que os cosméticos Ahava, as frutas Carmel e a água Eden estão largamente implantados. Aqui, no entanto, não está se notando as conseqüências da guerra, segundo Yael Yael Shaltieli. Pelo menos, por enquanto.


 

TERRORISTAS ISLÂMICOS FINANCIAMSE COM ROUBO DE CARROS EM PORTUGAL


Grupos terroristas islâmicos estão a roubar carros no sul de Portugal para financiar redes marroquinas. O alerta é dado no último relatório da Europol sobre terrorismo, divulgado em Maio deste ano.
De acordo com o documento o fenômeno foi detectado durante investigações a redes terroristas marroquinas que atuam no sul de Portugal e de Espanha. A Europol, que se baseia sobretudo em relatos que os estados membro fazem sobre fenômenos terroristas, revela que “a rede está envolvida no roubo de carros de alta cilindrada no sul dos dois países que, depois, são enviados para regiões do norte de África, onde são vendidos de forma a financiarem grupos
terroristas islâmicos locais”, diz o documento.


Os dados oficiais da Polícia Judiciária confirmam que o roubo de carros tem vindo a crescer nos últimos anos. Desde 2003
triplicou o número de carros roubados com recurso a violência, um método mais conhecido por ‘carjacking’, em que os condutores são surpreendidos dentro do carro e ameaçados com armas de fogo.
Apesar de confirmar o aumento de roubos, a Polícia Judiciária não consegue saber quantos destes carros são enviados para o estrangeiro e quantos são modificados e vendidos em Portugal. Mas sabe-se que os Audis A3 e A4 estão no topo da lista de
carros mais roubados, seguindo-se a marca BMW. Mas segundo o relatório da policia européia a utilização de Portugal como base de apoio logístico de redes terroristas não se restringe ao roubo de automóveis. O relatório da Europol refere que em 2007, a ETA alugou carros, também no sul do país, posteriormente utilizados em ataques em Espanha. Um fato que foi confirmado publicamente pelas autoridades portuguesas em Agosto do ano passado, quando membros da ETA alugaram um carro no Algarve, que depois explodiu junto ao posto da Guardia Civil de Durango, em Biscaia.


No capítulo dos detidos por envolvimento em organizações terroristas, o relatório da Europol, refere 32 presos em Portugal, no ano passado. Um dos casos, foi o do argelino Samir Boussa, detido no Porto, em Novembro de 2007, por suspeita de
envolvimento em terrorismo. O argelino era barbeiro num bairro popular da baixa portuense e a detenção ocorreu por
suspeitas de que este argelino participava na área logística de suporte à atuação da Al-Qaeda.


26-12-08

Iniciativa das interessantes Português empresários

Iniciativa das interessantes Português empresários para salvar sua própria produçao.

Português empresários se uniram, ambos os fabricantes e distribuidores em defesa do "Made in Portugal", com o slogan "Compro o que é nosso."


http://www.compronosso.pt


 

15-12-08

Portugal e Brasil defendem nova ordem no sistema econômico mundial

Durante a IX reunião de cúpula Brasil-Portugal, aberta em Salvador dia 28 de outubro, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, e o Primeiro-Ministro luso José Sócrates, reviram projetos bilaterais e discutiram os principais temas de comum interesse da agenda internacional.

A importância da promoção da língua portuguesa como língua global foi ressaltada. (isto mesmo, mudaram muitas regras da língua portuguesa do Brasil para ficar mais parecida com a de Portugal: não existe mais o trema,  nova regra de hifen (antes: ante-sala; agora: antesala),  novas regras de acentuações,  entre outras mais... E estas regras já valem para o início de 2009.)

Ambos países comprometeram-se em promover a adoção da língua em foros multilaterais, e iniciaram com os dez acordos assinados pelo primeiro-ministro português e pelo presidente brasileiro durante a própria Cúpula Brasil-Portugal, já redigidos segundo a nova ortografia da língua portuguesa, que vigorará no Brasil a partir de janeiro de 2009.

Mas a cúpula luso-brasileira foi marcada pela virada no diálogo político entre os dois países, dominado pela estratégia comum em questões internacionais, segundo o ministro português das Relações Exteriores, Luís Amado. Ele destacou a importância do Brasil como país emergente e de Portugal por fazer parte de um bloco como a União Européia.

Entre os destaques da reunião está a atual oportunidade para mudanças na economia mundial, segundo afirmaram Lula e José Sócrates, diante da crise financeira internacional. Ambos concordaram que o assunto requer especial atenção e oferece oportunidades para mudanças estruturais no sistema financeiro internacional, e que os países emergentes têm papel de grande relevância nas discussões sobre a reforma deste sistema internacional. “A primeira prioridade é restabelecer a estabilidade no nosso sistema financeiro como resposta de curto prazo para mitigar os efeitos da crise. Mas não temos o direito, tanto político como moral, de deixar tudo na mesma. Há, portanto, uma agenda de mudança no mundo”, assinalou Sócrates, enquanto o presidente Lula defendeu que “o Estado volta a ter um papel extraordinário”.

Ainda, foi saudado o dinamismo do intercâmbio comercial bilateral desde a VIII Cúpula, já que as trocas entre os dois países atingiram significativo crescimento na ordem de 72,1% entre 2005 e 2007, alcançando a cifra recorde de 2,1 bilhões de dólares. E ressaltaram ainda o expressivo montante de investimentos portugueses no Brasil, que passou de US$ 4,5 bi (2000) a US$ 8,6 bi (2006), em áreas como energia, telecomunicações e turismo, tornando Portugal o 7º maior investidor no Brasil e o Brasil um dos cinco primeiros destinos de investimento português.

O memorando de Entendimento para o Estabelecimento de Mecanismo de Consultas sobre nacionais no exterior e circulação de pessoas, visou harmonizar os procedimentos entre as polícias Federal brasileira e o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras de Portugal, com objetivo de evitar que imigrantes dos dois países passem constrangimentos nos aeroportos. Assim, ambos países “reafirmaram o valor histórico da contribuição da comunidade portuguesa no Brasil e da comunidade brasileira em Portugal para o continuado progresso econômico e social” divulgou o comunicado conjunto.

No evento, a PT Inovação, subsidiária do grupo Portugal Telecom, também assinou um protocolo com o Governo do Estado da Bahia e com a Universidade da Bahia para a instalação do Parque Tecnológico de Salvador. A primeira etapa das obras, com duração prevista para dez meses, terá um custo de R$ 8 milhões para a construção do sistema viário e das redes de água, esgoto, energia elétrica e telecomunicações. O parque tecnológico, um centro de pesquisa e desenvolvimento de software, é fruto de uma parceria entre os governos federal, estadual e municipal, contando com a participação de centros de pesquisas e universidades baianas, além da Federação das Indústrias (Fieb) e do Sebrae.

Depois da solenidade na Santa Casa, as autoridades participaram de um almoço no Palácio de Ondina, oferecido pelo governador da Bahia. O ponto final do encontro foi a visita ao navio-escola Sagres, que esteve ancorado em Salvador, oferecendo uma recepção para a comunidade portuguesa local. Acompanharam o primeiro-ministro, os ministros lusos das Obras Públicas, Mário Lino, do Estado e dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, da Economia, Manuel Pinho, e da Cultura, Pinto Ribeiro.

Energia
Durante a cúpula, a Petrobras e as empresas Galp Energia e EDP Energias do Brasil assinaram memorandos de entendimentos nas áreas de biocombustíveis, gás natural, geração de energia elétrica, exploração e produção. Com a presença do presidente Lula, e do primeiro-ministro José Sócrates, o evento reuniu ainda os presidentes da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, da Galp, Manuel Ferreira de Oliveira, e da EDP Energias do Brasil, Antônio Pita de Abreu.

A Petrobras Biocombustível, a Galp Energia e o Governo do Estado da Bahia fizeram acordo para estudar a viabilidade de implantação de um pólo na Bahia para a produção de óleo de palma (dendê) e óleo de girassol, matérias-primas para a produção de biodiesel. O memorando é um desdobramento do Acordo de Investimentos assinado no último dia 10, em Lisboa, entre a Petrobras e a Galp Energia para formação de uma joint-venture, que terá como objetivo o desenvolvimento de um projeto de produção de biodiesel. As partes envolvidas no projeto pretendem aprofundar os estudos, para confirmar as premissas e concretizar a parceria.

Na área de gás e energia, o documento assinado entre a Petrobras e a EDP estabelece a criação de parcerias na realização de estudos para projetos de geração de energia a partir de usinas hidrelétricas, eólicas e termelétricas movidas a gás natural e biomassa, como o bagaço de cana. O memorando de entendimentos tem prazo de validade de dois anos.

O acordo prevê a implementação dos projetos aprovados pelas duas empresas nos aspectos técnicos, comerciais e financeiros. Foi assinado ainda um memorando de entendimentos entre a Petrobras e a Galp para avaliação de possibilidades para a formação e/ou manutenção de parcerias com a Petrobras, possibilitando a Galp atuar como operadora em blocos localizados em águas rasas nas bacias de Campos, Santos e Espírito Santo.

Sócrates sublinhou, ainda, a importância da iniciativa brasileira de realizar uma nova Cupula sobre desenvolvimento sustentável, em 2012, no Rio de Janeiro, como oportunidade para os Chefes de Estado refletirem sobre o estágio de implementação de compromissos ambientais assumidos desde a Rio 92.

Antes deste, em novembro, acontece em São Paulo a Conferência Internacional sobre Biocombustíveis, um foro de debate e esclarecimento sobre a sustentabilidade da produção, entre 17 e 21 de novembro. E ainda neste tema, acontece em Lisboa, a fim de aprofundar o diálogo bilateral na área das energias, o Fórum sobre Energias Renováveis, no âmbito da CPLP.

 

 


Pessoas recebem dinheiro para nomear bebes de Mussolini

 

 

Um partido Italiano está oferecendo 1,500 euros para pais que nomear suas crianças com o nome

do ditador fascista Mussolini ou sua esposa.

 

O pequeno partido Movimento Sociale-Fiamma Tricolore (MS-FT) nega que isto é um gesto racista e diz que os nomes Benito e Rachele são meramente "ótimos".

 

O partido também quer pais que comprem berços, roupas e comidas com o dinheiro. O dinheiro incentivado está disponível em cinco áreas do sul da Itália e é designado a ajudar a região de baixa natalidade.

 

Juntos os nomes Benito e Rachele significam somente uma coisa para os Italianos (eles significam seu antigo "ditador" e sua esposa).

 

Mas o partido diz que a escolha dos nomes é o que se chama de "mera coincidência".

 

Ele diz que o movimento não tem atividades fascistas ou racistas, embora ele insiste que pelo menos um dos pais seja italiano.


Será mesmo apenas mera coincidência? Acreditamos firmemente que não.

 



Informe: Irã desmantela rede de espionagem Israelita

 

 

Estação de rádio iraniana diz que uma alegada rede de espionagem com ligações com a agencia de espionagem do Mossad de Israel foi desmantelada.

 

Segunda-feira a rádio entrevistou o chefe da Guarda Revolucionária Iraniana, General Mohammad Ali Jafari. Ele disse que os Guardas da unidade de inteligência recentemente descobriram a rede.

 

Jafari disse que a alegada rede estava tentando coletar informações do programa nuclear Iraniano e das operações das Guardas militares de operações e também detalhes oficiais do exército e de segurança.

 

Ele disse que equipamentos foram confiscados. Ele não especificou quem pertencia à rede ou se estes foram presos.

 

No início do mês, o Irã executou um vendedor Iraniano de produtos eletrônicos julgado por transmitir informação do programa nuclear ao Mossad.

 


 
Nova Ordem